A Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu Anderson Boneti, sócio do influenciador Dilson Alves da Silva Neto, o "Nego Di", na segunda-feira (22), em Bombinhas, Santa Catarina. Boneti, que estava foragido, é investigado por suspeita de estelionato em uma loja virtual que venderia produtos nunca entregues aos consumidores.
A prisão de Boneti ocorreu após a Justiça do RS expedir um mandado de prisão contra ele, na mesma operação que resultou na prisão de Nego Di, no dia 14 de julho. Segundo as investigações, a loja virtual, "Tadizuera", operou entre março e julho de 2022, ofertando produtos como televisores, aparelhos de ar condicionado e outros itens a preços abaixo do mercado.
Nego Di, que divulgava os produtos em suas redes sociais, teria utilizado sua imagem para atrair clientes para a loja. No entanto, muitos consumidores alegam não ter recebido os produtos após a compra.
Boneti já havia sido preso por estelionato em 2022 na Paraíba. Atualmente, ele está sendo transferido para a Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan), onde Nego Di também está preso preventivamente.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca apurar o total de vítimas e o valor do prejuízo causado.
Nego Di responde por 17 crimes de estelionato
Além da investigação da loja virtual, Nego Di também responde por 17 crimes de estelionato qualificados pela fraude eletrônica. As acusações estão relacionadas a rifas virtuais realizadas pelo influenciador, onde os prêmios supostamente não teriam sido entregues aos vencedores.
O MP também investiga a lavagem de dinheiro de R$ 2 milhões provenientes das rifas.





















