O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) divulgou na quinta-feira (04) o nnovo cronograma final do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). A data de divulgação do resultado final das provas foi definida para 21 de novembro de 2024, com a posse dos candidatos nos cargos públicos prevista para janeiro de 2025.
Locais de prova e novas regras
O cartão de confirmação de inscrição, com os detalhes sobre os locais de prova, será disponibilizado em 7 de agosto. As provas serão realizadas em todo o Brasil, no dia 18 de agosto. Os candidatos devem acessar a Área do Candidato para verificar se o local da prova foi mantido ou alterado.
Em resposta ao adiamento da aplicação das provas em maio, decorrente das fortes chuvas no Rio Grande do Sul, o governo federal publicou um novo decreto na quinta-feira (04). O documento prevê novas regras para evitar adiamentos futuros em caso de eventos excepcionais e imprevisíveis de grande porte. As medidas visam garantir a segurança e a lisura do processo seletivo, mesmo em situações adversas.
Segurança das provas
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, enfatizou a segurança das provas durante entrevista coletiva. Segundo a ministra, os lacres dos malotes de provas foram minuciosamente verificados por membros da rede de segurança, sem indícios de violação. As provas estão armazenadas em local seguro com vigilância 24 horas por dia, sete dias por semana.
A operação de segurança envolve diversos órgãos federais e estaduais, incluindo a Secretaria Nacional de Segurança Pública, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Agência Brasileira de Inteligência, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, a Força Nacional de Segurança Pública, as secretarias de segurança pública estaduais, polícias militares e civis, o corpo de bombeiros militar e membros da Defesa Civil.
Adiamento em maio
Inicialmente previsto para 5 de maio, o concurso foi adiado em razão das fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul, afetando 96,38% dos municípios do estado. A tragédia causou 180 mortes, além de alagamentos e prejuízos ainda em contabilização. No momento, 32 pessoas permanecem desaparecidas.